GOVERNO QUER COTAS PARA BRANCOS NAS FAVELAS E PRISÕES.

ALI KAMEL É CONTRA.

 

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            Preocupados com a quantidade insignificante de brancos em favelas, prisões e cargos executivos, o governo do presidente Lula (PMDB - BR), propõe uma política de cotas para brancos em barracos, filas do INSS, casebres, escolas péssimas e trabalhos indignos. A proposta é que a brancalhada possa usufruir das péssimas condições de saneamento, dos tiroteios, da falta de água e das torturas e assassinatos da polícia. Em serviços como construção de estradas e coleta de lixo, os loirinhos vão poder curtir sol e fazer exercícios aeróbicos, antes injustamente só reservados a negros, pardos e pobres.

 

  • - É um absurdo! - teria dito o antropólogo, geneticista e jornalista Ali Kamel. Depois de escrever cincos livros sobre o assunto, Kamel chegou à conclusão que os brancos só ocupam cargos importantes e bem remunerados, moram em casas boas e fazem cirurgia plástica no dedão do pé (isso é verdade!), porque são ricos e não porque são brancos. O jornalista insiste, em forma de cinco livros, que não há racismo no Brasil. Ele descobriu que no nosso país não há leis racistas e discriminatórias! Vejam só! E eu imaginando que existia um decreto dizendo: “Branco quando não caga na saída, caga na entrada”. Esperava também ver no código penal: “É terminantemente proibido um branco correndo na rua com uma bolsa na mão. O policial deve imediatamente detê-lo. Se for um policial branco, por favor, leia duas vezes esse texto já que você é um brancão ignorante e semi-analfabeto”.