ESCAVAÇÕES DESCOBREM VESTÍGIOS DA BOSSA NOVA,

RITMO EXTINTO 50 MILHÕES DE ANOS

 

 

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            Numa extensa escavação nos bairros do Leblon e Ipanema, no sítio arqueológico Zona Sul, foram encontrados vestígios do povo bossanovista, uma antiga civilização, extinta há 50 milhões de anos. Os arqueólogos desencavaram, quase intactos, um banquinho e um violão, instrumentos de comunicação desse povo primitivo. Com esses artefatos, principalmente o banquinho, os antigos bossanovistas compunham canções inesquecíveis como o Pato (... quem, quém) e Desafinado. Além de gostar do ritmo que marcou a civilização, a bossanova, os bossanovistas, uma casta privilegiada naquela época, dedicava-se horas a contemplação do mar, os barquinhos e as meninas que vão e que vem a caminho do mar.

 

            Especula-se que os instrumentos musicais encontrado, junto a outros utensílios como copos de uísque e bolachas de chope, pertenciam ao líder da civilização, conhecido como João Gilberto. Os bossanovistas veneravam João como um verdadeiro Deus. Eles lotavam templos para ouvir João Gilberto cochichar e sussurrar sons rudimentares pouco semelhantes a música moderna, mas acabavam ouvindo apenas reclamações sobre a acústica e outras manifestações ritualísticas como chiliques e pitis. Qualquer sussurro ou cochicho vindo da platéia e não D´ele, era sumariamente reprimido por João, e o criminoso era condenado ao ostracismo social, chamado de inculto, insensível, olhado com desprezo.